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Impressão responsável no ambiente corporativo
Por que imprimimos documentos? Qual é a real necessidade de se imprimir um documento? Responder a essas perguntas pode ser a chave para uma redução significativa nos custos de impressão, especialmente no ambiente corporativo, em que os volumes de informações, relatórios e documentos que precisam ser distribuídos costumam ser elevados.
Imprimir um documento é a simples transferência de uma informação digital para uma mídia física. Esse conceito é muito útil para definirmos o que é necessário ser impresso.
Controlar a maneira como os colaboradores se comportam quanto à impressão é fundamental para que uma corporação imprima com eficácia. Mas doutrinar os colaboradores não é suficiente, pois o ato de imprimir já é algo incorporado à cultura das corporações. Afinal, o colaborador, na maioria das vezes, não sente o peso que uma impressão pode ter no bolso da corporação. E as atitudes ambientalistas ainda são só um discurso bonito que gerentes de marketing gostam de usar para cativar clientes e ganhar pontos nas Bolsas. Para todos os efeitos, apertar o botão de "print" ainda é bem mais fácil para todo mundo.
Os modelos de outsourcing de impressão utilizados no Brasil apenas controlam o quanto se imprime, afinal eles têm que mandar a fatura para alguém, mas não controlam de maneira alguma como é utilizado o parque de impressoras e como a corporação pode dotar de inteligência sua impressão. As empresas que oferecem esse tipo de serviço fornecem equipamentos de alta tecnologia que facilitam ainda mais o uso do botão "print". Resultado: o funcionário prefere imprimir a enviar este documento por e-mail e, no final das contas, a empresa acaba imprimindo mais do que precisa sem saber o que está imprimindo.
É preciso que exista algum controle sobre o que os usuários imprimem, sem tirar dele a capacidade de transferência de mídia e armazenamento destes documentos. Ou seja, é necessário definir como cada usuário pode ter acesso a cada tipo de mídia. Essa não é uma tarefa --- Leia a íntegra na seção artigos.

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NOTÍCIAS DE INTERESSE

Governo lança nova política industrial
O governo federal lançou nesta segunda-feira, 12 de maio, a nova política industrial nacional, que estabelece quatro grandes metas para serem atendidas até 2010. Batizado de Política de Desenvolvimento Produtivo, a iniciativa prevê desoneração fiscal em determinados setores, o estímulo à ampliação e modernização da capacidade instalada, o incentivo à inovação e a elevação das exportações. Entre os setores envolvidos estão os de bens de capital sob encomenda - utilizados pelos setores elétrico, de petróleo e gás; de construção civil, com foco na infra-estrutura; e de energia.
Para essas metas serem atendidas, o governo pretende lançar mão de instrumentos que visam a criar condições para atendimento da política industrial, como o uso de instrumentos de crédito e financiamento, compras da administração direta e de empresas estatais, como Petrobras e Eletrobrás, e incentivos fiscais, entre outros meios. Estão previstas ainda ações de integração com outros programas em andamento como om Programa de Aceleração do Crescimento.
Segundo o plano, a primeira das metas é a de elevar o investimento fixo de 17,6% do Produto Interno Bruto em 2007 - ou o correspondente a R$ 450 bilhões - para 21% do PIB em 2010, o que equivale a R$ 620 bilhões. Isso significará uma taxa média de crescimento anual de 11,3% entre 2008 e 2010. A segunda meta estabelece elevação do volume de investimentros do setor privado em Pesquisa & Desenvolvimento de 0,51% do PIB em 2005 (R$ 11,5 bilhões) para 0,65% do PIB em 2010, ou R$ 18,2 bilhões - ou uma taxa média anual de crescimento de 9,8% até 2010.
A terceira meta, de acordo com a nova política industrial, determina uma participação brasileira nas exportações mundiais em percentual que corresponde a 1,25% do PIB - contra o índice de 1,18% do PIB verificado no ano passado. A quarta meta consiste no aumento em 10% do número de micro e pequenas empresas exportadoras, passando das 11.792 empresas apuradas em 2006 para 12,971 empresas.
No rastro da nova política industrial do governo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social divulgou uma relação de mudanças nas condições de financiamento, como forma de apoiar a proposta de incentivo à indústria. Segundo o BNDES, o spread básico médio foi reduzido de 1,4% ao ano para 1,1% ao ano e o percentual de intermediação financeira caiu de 0,8% para 0,5%.
Além disso, o banco reduziu o custo de financiamento de bens de capital - para setores como energia elétrica -, ao modificar o spread básico de 1,5% ao ano para 0,9% ao ano, com financiamento 100% atrelado à Taxa de Juros de Longo Prazo. Já o prazo de financiamento do Finame - linha voltada para bens de capital - passou de cinco anos para dez anos.
Outra iniciativa, de acordo com o BNDES, foi a abertura de linha de R$ 6 bilhões para financiar investimentos em inovação entre 2008 e 2010. O crédito para inovação tecnológica contará com taxa de juros fixa de 4,5% ao ano. A nova política industrial do governo poderá resultar em financiamentos, pelo BNDES, da ordem de R$ 210 bilhões para diversos setores, entre 2008 e 2010. Considerando os projetos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento, o montante para crédito poderá chegar a R$ 300 bilhões nos próxmos dois anos.
A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) receberam de maneira positiva o anúncio da nova política industrial lançada . O novo plano que prevê cortes de impostos e incentivos às exportações vem ao encontro de antigos pleitos da Fiesp e foi considerado por Paulo Skaf, presidente da Fiesp e Ciesp, como "pacote do bem".

UE vai avaliar se política industrial fere regra da OMC
A União Européia (UE) vai avaliar o pacote de incentivos dados pelo Brasil para sua política industrial anunciados nesta semana. Bruxelas quer saber se as medidas não ferem os acordos internacionais que proíbem subsídios à produção industrial.
"Vamos estudar cuidadosamente cada uma das medidas para ver se são compatíveis com as regras internacionais", disse uma fonte em Bruxelas. Segundo a UE, a idéia no momento não é abrir uma disputa contra o Brasil. "Nem sabemos como essas medidas serão implementadas", afirmou outro funcionário da UE em Brasília. "Mas vamos analisá-las." Nos últimos meses, a UE esteve de olho nas medidas de incentivo dados pelo Brasil à sua indústria. A chamada MP do Bem também foi avaliada pelos europeus.
A iniciativa de Bruxelas demonstra a atenção que a UE está dando ao Brasil e a uma eventual concorrência no setor industrial com países emergentes. A China já foi questionada na Organização Mundial do Comércio (OMC) por sua política industrial. Pelas regras internacionais, os subsídios à produção de manufaturas é proibido.
Washington cobrou do Brasil no mês passado explicações sobre a MP do Bem, alegando que as medidas poderiam ser distorcivas e dar vantagens às indústrias brasileiras nas exportações.
Criada em junho de 2005, a medida estabelece uma série de incentivos para o setor industrial e tenta promover investimentos, além de uma redução de carga tributária no setor produtivo. Na época, dúvidas foram levantadas sobre eventuais violações às regras da OMC, que há décadas proíbem subsídios ao setor industrial.
Entre as principais preocupações americanas nesse caso estava a suspensão da cobrança de PIS e Cofins nas vendas no mercado interno e na importação de novas máquinas e equipamentos para as empresas com mais de 80% de lucros vindos de exportações.
Há um ano, Washington fez uma série de questionamentos e alertou que os programas poderiam ser vistos como subsídios ilegais. Os europeus também fizeram estudos sobre os programas.
A iniciativa da Casa Branca não representa a abertura de uma disputa legal, como no caso das queixas do Canadá contra o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) há seis anos, quando os programas de apoio à exportação tiveram de ser modificados. O debate ainda ocorre no Comitê de Subsídios da OMC, ficando claro que o tema está no radar de política comercial dos Estados Unidos.
A Casa Branca não poupou nem mesmo o ICMS. Washington questionou por que o Estado do Rio de Janeiro cobra uma taxa de apenas 2% para fabricantes locais ante 19% para os demais. A resposta do governo é que o imposto vale também para produtos importados. Os americanos ainda querem saber quais são exatamente os incentivos a empresas na Zona Franca de Manaus, já que algumas medidas poderiam ser vistas como subsídios ilegais à exportação.Fonte: Jornal OESP/14/05

Luz para Todos tem estimativa de investimentos de R$ 21 bilhões até 2010
O programa Luz para Todos foi estendido recentemente até 2010 para o atendimento da demanda extra surgida durante a implantação, desde o final de 2004. Segundo Hélio Morito, diretor do programa, a estimativa é que os investimentos do programa pulem de R$ 12,7 bilhões para R$ 21 bilhões, sendo R$ 17 bilhões do governo federal. Isso será suficiente para atender a 3,170 milhões de famílias em todo o país, sendo que 1,170 milhão são conexões não previstas originalmente.
Para dar prosseguimento ao programa no biênio 2009/10 o governo federal já iniciou as conversas com governos estaduais e distribuidoras para firmar os aditivos aos termos de adesão ao programa, declarou o diretor do programa. Ele adiantou ainda que a coordenação do programa pediu às distribuidoras que lancem novas campanhas publicitárias nos estados para dar mais uma oportunidade para o cadastramento de novas ligações. A campanha é voltada, principalmente, para os estados que tenham previsão de conclusão das metas em 2008.
O programa também vai enfrentar o atraso no cronograma das obras, principalmente, nos estados da região Norte.
A região amazônica também é um desafio logístico ao programa em decorrência das condições geográficas e climáticas. Muitas comunidades isoladas da região poderão ser atendidas com uso de fontes alternativas de energia. O diretor disse que foram identificadas 13 localidades que podem receber a energia solar na Amazônia. "Queremos que as pessoas tenham a possibilidade de ter mais do que três lâmpadas e uma televisão, como tem sido planejada as ligações".
Morito contou que foram identificadas 60 mil demandas localizadas no Amazonas que dependem da conexões alternativas. "Todas as alternativas serão usadas", frisou. Ele ressaltou que o passo nas regiões mais isoladas será acelerado, mas não deve atingir o ritmo das obras em outras regiões, como o Centro-Sul, que está mais adiantado. "O trabalho está sendo feito para acelerar o ritmo, mas há dificuldades como falta de mão de obra especializada e de movimentação do material", contou.
Números - Até o momento o programa conectou 1.546.410 famílias em todo o país com investimentos de R$ 10,925 bilhões já contratados. De acordo com Morito, o governo federal foi responsável por R$ 7,870 bilhões contratados, dos quais R$ 5,218 bilhões efetivamente liberados.
O diretor disse que, até o fim do ano, o programa fechará a meta original de 2 milhões de conexões com investimentos de R$ 12,7 bilhões. De acordo com Morito, o Luz para Todos já instalou 3,6 milhões de postes em todo o Brasil. Também foram usados 547 mil transformadores e 682 mil quilômetros de cabos. Com informações do Canal Energia

produção de aço do País cresce 6,3% em março
A produção brasileira de aço registrou desaceleração em março, especialmente os produtos destinados à exportação, segundo dados preliminares divulgados em 13/05, pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS). A produção total em março atingiu 2,96 milhões de toneladas, com aumento de 6,3% em relação a março do ano passado. Em janeiro, o ritmo de crescimento atingiu 9,91% em relação ao mesmo período do ano passado; em fevereiro, a alta foi de 8,1%. Com isso, o acumulado no trimestre se situou em 8,1% em relação a igual período do ano passado.
Pelos dados do IBS, as exportações em março somaram 868 mil toneladas, com queda de 2,3% em relação a março do ano passado, com destaque para os laminados planos, com redução de 41,5% no volume embarcado no mês.
Os dados do IBS mostram que os aços longos, destinados à construção civil, mantiveram bom ritmo no mês de março, com aumento de 10,7% em relação a março de 2007. Embora ainda na casa dos dois dígitos, o ritmo nos meses anteriores era maior, fazendo com que o acumulado no trimestre registrasse variação de 14,4% em relação a janeiro-março do ano passado. Os laminados planos, utilizados com mais intensidade pela indústria automobilística e eletrodomésticos, registraram queda de 3,8% em março na produção, em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado em três meses, o segmento registrou aumento de 1,7%.
A produção total de aço no Brasil em março ficou 9,22% acima do registrado em fevereiro, mas é inferior aos 2,971 milhões de toneladas observadas em janeiro ou os 3,010 milhões de toneladas contabilizados em dezembro, quando registrou recorde histórico no País. Fonte: Portal Exame/Agência Estado

Raio X da indústria inovadora - Pesquisa Ipea
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) anunciou que realizará um estudo sobre como 80 mil empresas brasileiras acumulam conhecimento nos diferentes setores industriais para produzir inovação tecnológica.
O estudo "Determinantes da acumulação de conhecimento para inovação tecnológica nos setores industriais no Brasil: uma avaliação direcionada para formulação de políticas públicas" será feito em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O mapeamento, que deverá durar dois anos, investigará como as empresas preparam funcionários e seu sistema de produção a fim de alcançar inovações. Um dos objetivos é fornecer subsídios para que os formuladores de políticas públicas possam aprofundar o desenho das ações de incentivo à inovação.
Os setores inicialmente contemplados são a indústria automotiva e de couro-calçados, higiene pessoal-perfumaria, madeira-móveis e plásticos, têxtil-confecções, bens de capital tecnologias de informação e comunicação, saúde, energia, sistema agroindustrial e defesa.
Os pesquisadores pretendem identificar padrões de agregação setorial voltados para a formulação de políticas públicas. O estudo dá continuidade ao projeto "Inovações, Padrões Tecnológicos e Desempenho das Firmas Industriais Brasileiras", publicado em livro pelo Ipea.
A pesquisa considerará características específicas das 80 mil firmas industriais com mais de 10 pessoas ocupadas, que empregam 6 milhões de trabalhadores e gastam cerca de US$ 3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento. Mais informações: www.ipea.gov.br.

Habitare - Livros gratuitos
O Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) oferece em seu portal uma série de livros para download. As obras contemplam áreas como construção sustentável, resíduos, planejamento de canteiros, avaliação pós-ocupação, inovação e gestão da qualidade e produtividade, normalização e certificação.
Segundo o programa, as publicações sistematizam conteúdo produzido a partir de pesquisas e são organizadas em três edições: a Coletânea Habitare, a Série Coleções e a de Recomendações Técnicas.
Na primeira foram organizados sete volumes: Inserção urbana e avaliação pós-ocupação, Inovação, gestão da qualidade e produtividade e disseminação do conhecimento na construção habitacional, Normalização e certificação na construção habitacional, Utilização de resíduos na construção habitacional, Procedimentos de gestão habitacional para população de baixa renda, Inovação tecnológica na construção habitacional e Construção e meio ambiente.
Na Coleção Habitare estão dez volumes, entre os quais Coordenação modular, Habitações de baixo custo mais sustentáveis, Planos diretores municipais, Habitação social nas metrópoles brasileiras e Habitação em encostas.
Na série Recomendações Técnicas foram editados três livros, sobre revestimentos de argamassas, mutirão habitacional e planejamento de canteiros.
O acesso a todas às obras é livre e integral. O Programa Habitare é custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e conta também com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), na forma de bolsas, e da Caixa Econômica Federal. Mais informações: www.habitare.org.br - Fonte: Agência FAPESP

Cargas roubadas somam R$ 7 bilhões
O Brasil amarga um prejuízo equivalente a R$ 7 bilhões de cargas roubadas nos 11 últimos anos (esse registro começou em 1996), informou o vice-presidente extraordinário de Segurança da Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística, Roberto Mira. No ano passado, foram perdidos cerca de R$ 735 milhões.
No mesmo período, houve 110 mil ocorrências de roubos de cargas, com 211 motoristas mortos. Os números foram apresentados durante o II Encontro de Segurança do TRC (Transporte Rodoviário de Carga) - Região Sudeste: Ações de Integração.
Na apresentação dos números superlativos, Mira afirmou que a segunda maior fabricante de medicamentos brasileira está se mudando para o estado capixaba, cuja polícia civil sequer tem números tabulados ou efetivo para fazer frente a esse tipo de crime. ''E vocês podem ter certeza, os ladrões virão também''. De cada cinco roubos ocorridos no País, quatro acontecem na região Sudeste.
Para Roberto Mira, a iniciativa de Santos, com a ''sensibilização de todos os setores envolvidos'', em especial as autoridades policiais, foi fundamental para a queda no número de ocorrências de roubo de cargas. Fonte: A Tribuna

Finep destina R$ 450 mi para incentivar inovação
Empresas com projetos inovadores podem se candidatar entre esta terça-feira (13) e o dia 30 de junho a receber parte dos R$ 450 milhões que a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério de Ciência e Tecnologia, está doando para o desenvolvimento de inovações em seis setores considerados estratégicos: Tecnologias da Informação e Comunicação; Biotecnologia; Saúde; Programas estratégicos; Energia e Desenvolvimento Social. Serão R$ 80 milhões por área estratégica, com exceção da de Desenvolvimento Social, que terá R$ 50 milhões.
Os recursos são do programa de Subvenção Econômica 2008, que teve seu edital lançado nesta terça-feira e foi anunciado como parte da Política de Desenvolvimento Produtivo, que inclui iniciativas de anos anteriores, como é o caso. Até agora, a Finep já disponibilizou R$ 588 milhões para 321 projetos nesse programa de subvenção econômica em outros dois editais. "A vantagem dos recursos da subvenção é que eles são não reembolsáveis, ou seja, as empresas beneficiadas não precisam devolver o dinheiro recebido", diz a nota da Finep.
O valor mínimo por projeto é de R$ 1 milhão e o prazo de execução de até 36 meses. As empresas não precisam devolver os recursos, já que não é empréstimo, mas subvenção. No entanto, há uma contrapartida em investimento de entre 5% e 20% do valor total no caso de empresas menores e entre 100% e 200% da subvenção para empresas de médio e grande porte. Fonte: Agência Estado

Licitações
A Ceron (RO) abriu edital para contratação de empresa de engenharia para realização de serviços de intervenção técnica residencial, aterramento para geladeira, para atender ao projeto de eficiência energética em residências de baixa renda. A empresa encerra o prazo no dia 29 de maio.
Furnas contrata serviços de projeto executivo da subestação de Luiz Carlos Barreto de Carvalho. O prazo termina no dia 12 de junho.
A Eletronuclear divulgou licitação para aquisição de materiais de vedação. O prazo vai até o dia 27 de maio.
Informações detalhadas em:
Ceron: www.ceron.com.br
Furnas: www.furnas.com.br
Eletronuclear: www.eletronuclear.gov.br

CURTAS

Inscrições abertas para Missão Empresarial à Espanha e Portugal
A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) promovem, de 12 a 21 de junho, missão empresarial à Espanha e Portugal.
A missão está aberta às empresas brasileiras de todos os portes que possuam potencial exportador para os dois países, com destaque aos setores de alimentos, material de construção, flores, móveis, calçados.
A Fiesp conseguiu linha de financiamento junto ao Banco do Brasil e ao Bradesco, com condições especiais de pagamento para empresários interessados em participar da missão. Para mais informações: http://www.fiesp.com.br/espanhaportugal/.



EVENTOS

Workshop sobre Infra-estrutura de Redes de Telecomunicações em Edificações
O evento contará com palestras e debates sobre o tema, nos quais serão abordados assuntos como implantação, manutenção, gerenciamento e administração de redes; normas nacionais e internacionais; proteção elétrica e interferência eletromagnética; além de tópicos relacionados ao papel do órgão regulador, das empresas prestadoras de serviço e das construtoras de redes internas. Empresas e associações de classe foram convidadas a participar das discussões, para ampliar a participação da sociedade no debate. O Engº Alberto José Fossa, sócio diretor da MDJ e membro do Conselho Consultivo da Abrinstal - Associação Brasileira pela Conformidade e Eficiência de Instalações , fará a apresentação da palestra "Proposta do Sindinstação / Abrinstal para avaliação da conformidade das instalações de telecomunicações em edificações".
Data: 14 de maio - Horário: das 8h30 às 17h30
Local: Fundação CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) - Auditório e Anfiteatros I e II
Endereço: Rodovia Campinas - Mogi-Mirim, km 118,5 - Campinas, SP
Inscrições: No site www.cpqd.com.br (vagas limitadas)

Rio recebe evento mundial de GNV
A Feira e Congresso Internacional de GNV - NGV 2008 - acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro, entre os dias 3 e 5 de junho. A cada dois anos, o evento mais importante do setor é realizado em uma diferente cidade do mundo, sob comando da IANGV - Associação Internacional de Veículos a Gás Natural. Nos últimos anos, o evento foi realizado em Washington (USA), em 2002, em Buenos Aires, em 2004 e na cidade do Cairo, em 2006. Com organização do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), o evento ocupará o Centro de Convenções SulAmerica, no bairro da Cidade Nova, a 1 km do centro do Rio. Informações pelo site www.ngv2008.com.br

Habilidades em comunicação eficaz
O SINDICEL , em parceria com demais sindicatos, estará realizando o curso Habilidades em comunicação eficaz , que busca despertar e enfatizar a importância de uma comunicação eficaz entre os colaboradores e as diversas áreas da empresa, e, demonstrar através das dinâmicas em grupo a importância do planejamento como uma fase fundamental da comunicação eficaz. O grupo será desafiado a cumprir uma atividade onde os princípios aprendidos sobre comunicação eficaz necessariamente deverão ser utilizados.
Data: 29/05/2008 - Horário: 08h30 às 17h30 - Carga horária: 8 horas
Instrutor : Washington Zucoloto, Administrador de empresas com experiência Internacional em diversos países. Atuou como professor no curso mestrado em liderança pela Unisa Business School e é professor nacional de comunicação eficaz pelo Instituto Haggai no Brasil. Membro do Haggai Institute em Maui/US
Local: Sindipeças - Av. Santo Amaro, 1386 - Vila Nova Conceição - São Paulo - SP
Demais informações pelo e mail e-mail eventos@sindicelabc.org.br ou fone (11)3846-4828, ramal 30

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